O que acontece quando você cai em um buraco negro?
Buracos negros são coisas bem bizarras . Quanto mais perto você chega do centro, mais espaço e tempo se tornam completamente sem sentido. Há teorias que aventam que você estaria pendurado no nada por toda a eternidade ou seria despedaçado nos menores pedaços possíveis. De qualquer forma, é quase certo que não fazer companhia a Matthew McConaughey em "Interestelar" não seria nada bom.
Uma balsa de formigas-de-fogo
Quando as formigas-de-fogo vermelhas encontram as águas da inundação, elas rapidamente evacuam seus túneis e constroem uma jangada com seus corpos. Esta característica evolutiva única ajuda a colônia a sobreviver como um todo e é bastante vista flutuando sobre as águas da inundação neste vídeo da Deep Look. Você definitivamente não gostaria de nadar ao lado dessa coisa.
Time-lapse mostra a incubação de percevejos em macro
Os hemípteros são uma ordem com mais de 4.700 espécies, mais conhecidas como marias-fedidas ou fedegosas, que, quando perturbados, liberam compostos aromáticos que certamente repelem todos, exceto os predadores mais desesperados. Alguns são considerados pragas, danificando plantas e comendo colheitas inteiras. Outros são benéficos, mantendo o número de pulgões, mariposas e outros insetos sob controle.
Se forem ninfas de percevejos marmorizados, a espécie se alimenta de frutas, mas também de folhas, caules, pecíolos, flores e sementes. Danos geralmente confinados às estruturas de frutificação.
No vídeo macro acima , um grupo de minúsculos ovos para incubação é filmado de perto. - "Você pode ver seus olhos vermelhos?"
As células do corpo emitem luz antes de morrer, assim como supernovas no espaço

O cientista alemão Fritz Albert Popp, continuando o trabalho de Alexander Gurwitsch, conseguiu comprovar faz mais de três décadas que os seres humanos (e todo os seres) vivos emitem luz. Popp teorizou que estas emissões de luz débeis, as quais designou "biofótons", tem um papel importante na comunicação celular, articulando literalmente uma linguagem de luz que intervém na organização de diferentes funções. Suas descobertas sugerem que o nível de coerência destas emissões biofotônicas correlaciona com o nível de saúde de um organismo.
Certas doenças podem ser identificadas por padrões de emissão caótica, segundo explicou Popp em uma entrevista à jornalista Lynn Mctaggart, que publicou esta informação em seu livro "The Field". Há um par de anos, segundo publicou a revista de tecnologia do M.I.T., o cientista Sergey Mayburov, confirmou que as emissões biofotônicas intervêm em algum tipo de comunicação celular.
Vênus é o que a Terra se tornará devido às mudanças climáticas
Terra e Vênus já foram chamados de "gêmeos separados no nascimento". Eles têm tamanho, massa e composição muito semelhantes. Apenas um sustenta a vida e o outro é um deserto galáctico. A razão para isso é que a atmosfera de Vênus consiste principalmente no dióxido de carbono do gás de efeito estufa, que cozinhou a superfície do planeta a 460 graus Celsius. Não é por acaso que muitas pessoas estão preocupadas com o aumento do nível de dióxido de carbono na Terra também. Talvez seja hora de estocar protetor solar.
A fisiologia dos ataques de pânico explicada
O narrador do Life Noggin, Pat Graziosi, também conhecido como Blocko, explica nesse vídeo a fisiologia de um ataque de pânico, o que acontece dentro do corpo humano quando ocorre e o que causa este tipo de transtorno. Ataques de pânico podem fazer alguém sentir que perdeu o controle ou que a morte é iminente. Devido ao intenso medo que sentem, algumas pessoas vivem com medo constante de sofrer outro ataque, que é a definição de transtorno do pânico. Ele também fala sobre a "resposta de luta, fuga ou congelamento", causada por um excesso de adrenalina presente na corrente sanguínea.
E se a estimulação cerebral nos tornasse mais idiotas?

A estimulação cerebral para melhorar o rendimento cognitivo se converteu em um dos temas de destaque da neurociência, até ao ponto de que algumas pessoas trocam informação e fabricam seus próprios dispositivos caseiros. A técnica em questão é denominada estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) e consiste em colocar uma série de eletrodos sobre o couro cabeludo e aplicar baixas correntes a nível superficial nas zonas escolhidas. Em determinados casos reclama-se que o sistema é capaz de melhorar o rendimento cognitivo das pessoas cabalmente, mas ainda há muito que estudar e demonstrar.
A equipe de Flavio Frohlich, da escola de medicina da Universidade de Carolina do Norte, desferiu um duro golpe à técnica há um par de anos com a publicação de um estudo que demonstrava que não só não tem grande efeito, senão que os voluntários submetidos à estimulação pioram com respeito ao grupo de controle. O trabalho, publicado na revista Behavioural Brain Research, sob o título "Transcranial direct current stimulation of frontal cortex decreases performance on the WAIS-IV intelligence test", consistiu em submeter 40 adultos saudáveis a uma série de testes que começavam e terminavam com um prova de inteligência convencional com perguntas sobre entendimento verbal, percepção, memória de trabalho e velocidade de resposta.
13 ferramentas de controle que o sistema utiliza (e que pelo visto são muito efetivas)

Muitos dos pilares sobre os quais foi erigida essa abstração que chamamos "o sistema" e que paradoxalmente determina na prática mais coisas em nossa vida do que imaginamos, são hoje insustentáveis. No entanto, o processo de queda é mais lento do que muitos gostaríamos. Basta olhar ao nosso redor para confirmar plenamente que o modelo confeccionado pela forma em que se maneja a política, as finanças, a educação e a saúde, é aberrante e comprovadamente equivocado; é injusto e atenta contra a dignidade de muitos enquanto responde à ambição de poucos.
Conquanto há muitos indicadores que sugerem que estamos já em um processo de derrubar esses paradigmas obscuros também devemos aceitar que estes ainda imperam, que falta muito por se transformar e que somos ainda bem vulneráveis.
O contato visual direto implica mais hostilidade do que boa fé

O contato visual costuma ser ponderado como uma importante arma de persuasão na retórica e na conversa cotidiana: as "janelas da alma", os olhos, são associados com a boa fé dos interlocutores e com a ideia de que o que dizem é verdade. Mas esta ideia não parece ter bases científicas: em uma pesquisa realizada pela Universidade de British Columbia, e publicada na revista Psychological Science, a psicóloga Frances Chen estudou um grupo de voluntários com tecnologia que permite seguir o olhar dos interlocutores, não só de quem fala.
Depois de vários experimentos, Frances chegou a conclusão que o contato visual só é efetivo quando o receptor já se encontra convencido de antemão do ponto de vista do emissor. Um outro experimento demonstrou que aqueles que escutam podem se sentir mais próximos no ponto de vista do emissor ao observar sua boca, não seus olhos.
Por que algumas pessoas recordam melhor seus sonhos?

Por que algumas pessoas sempre podem recordar seus sonhos enquanto outras quase não os recordam? Um estudo, publicado pela revista Neuropsychopharmacology, sugere que a atividade de certa parte do cérebro poderia ter a resposta. Nele mostram que a região do cérebro chamada união temporoparietal registra mais atividade espontânea entre as pessoas que recordam seus sonhos regularmente, em comparação com as pessoas que raramente recordam.
Ao examinar a atividade cerebral espontânea de 41 pessoas através de tomografia por emissão de positrons, enquanto dormiam e enquanto permaneciam acordados, a metade dos voluntários recordava em média cinco sonhos à semana, enquanto a outra metade conseguia recordar mal um par de sonhos ao mês.